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Jovens que defendem o aborto “sofreram lavagem cerebral”, diz ator Kevin Sorbo

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O aborto se tornou uma prática tão banalizada que as pessoas estão ficando “insensíveis diante do assassinato” de outro ser humano. É o que acredita o ator Kevin Sorbo, que ganhou fama mundial ao interpretar o personagem mítico Hércules nos cinemas.

Em seu projeto mais recente, Sorbo explica que pretende usar o seu talento para fazer um alerta ao mundo sobre o real significado do aborto. Para isso, ele está produzindo um curta-metragem animado que retrata, do início ao fim, a morte de um bebê no útero materno.

“É um caminho que eu nunca pensei que seguiria. É uma porta que Deus abriu para mim e que tem sido uma bênção de várias formas”, diz o ator ao falar da produção chamada The Procedure (O Procedimento).

O filme será baseado na história real de um homem que foi forçado a assistir um procedimento de aborto. Sorbo disse que ao se deparar com a história, não suportou os relatos chocantes e começou a chorar de angústia e tristeza.

“Ele descreve exatamente como o bebê tentava se esconder do médico com seu fórceps arrancando um braço, depois uma perna, depois outro braço. Ele viu o bebê morrer e os batimentos cardíacos pararem”, contou o ator.

Jovens e aborto

Apesar da morte de um bebê inocente no útero materno ser algo chocante, o mundo tem banalizado essa triste realidade ao descrevê-la mediante narrativas que visam desconstruir o seu real significado.

Para isso, os defensores do aborto apresentam argumentos como a “questão de saúde”, “direito de escolha” e “risco de vida” das mulheres que realizam o procedimento de forma clandestina.

Assim, ignoram o direito à vida de outro ser humano, vitimado justamente no período em que precisa de maior proteção, que é no útero. “É realmente inacreditável e patético que tenhamos feito uma lavagem cerebral em três gerações para dizer que está tudo bem”, diz Sorbo.

O ator, segundo a Faithware, conclui dizendo que o aborto “é assassinato e me deixa tão furioso pensar que as pessoas são tão insensíveis ao assassinato de outro ser humano. É inacreditável o que estamos fazendo.”

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