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Bruna Karla é criticada por artistas após dizer que não compactua com igrejas LGBT

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O posicionamento firme da cantora Bruna Karla em relação à teologia inclusiva, abraçada por agrupamentos que se identificam como ‘igrejas LGBT’, se tornou viral em um recorte de sua entrevista à podcaster e atriz Karina Bacchi.

Ludmilla usou as redes sociais para se pronunciar contra Bruna Karla. Em um vídeo que viralizou na web, a cantora gospel afirmou que relacionamentos homoafetivos são o “caminho para a morte eterna”

Nesta quinta-feira (16), a funkeira, que é bissexual, Ludmilla desabafou sobre o caso e pediu o fim da LGBTfobia: “Chega de ódio”. “Esse é o tipo de discurso que me embrulha o estômago e me deixa revoltada. Pessoas como ela, que se dizem ‘porta-vozes’ de Deus, descartam e fazem mal a pessoas o tempo inteiro pelo simples fato de elas serem quem elas são!”, escreveu em seu Twitter

A declaração também deixou Gil do Vigor indignado. O economista e influenciador, que integrou o time de participantes do BBB21 escreveu “De fato, quando Jesus aparecer, alguém irá se envergonhar e não é seu amigo gay e, sim, você por sua atitude preconceituosa. João 14 fala que Deus nos chama de amigos e a palavra amigo é forte demais para ser sustentada com base no preconceito e falta de amor ao próximo”. publicou Gil.

Bruna Karla falou ao Podcast de Karina Bacchi

“As pessoas têm mania de pegar a Palavra, e pegar os pontos que agradam, sabe? Os pontos que convém. ‘Me convém isso aqui, então vou pegar esse ponto isolado do versículo e vou viver isso aqui’. Se esquecem que a Palavra é toda, para ser vivida”, introduziu a cantora.

Na participação de dezembro de 2021 no Positivamente Podcast, Bruna Karla enfatizou que crê que “Deus vai pedir conta às pessoas que estão à frente dessas igrejas [inclusivas] porque estão levando todo um povo a viver uma vida completamente contrária”.

“A Palavra de Deus é muito clara. A Palavra diz que a porta é estreita. Não é sobre viver as minhas vontades, não é sobre viver os meus desejos. Não é uma porta enorme, larga, que eu faço o que eu quiser no Evangelho, que eu visto a roupa que eu quiser, que eu vivo à maneira que eu quiser, falo o que quiser… não é oba-oba”, conceituou.

A cultura do cancelamento não a amedronta: “Está escrito que por amor ao Senhor nós seríamos odiados. Essa é a verdade. Por amor ao Senhor nós seríamos entregues à morte todos os dias”.

Essa não é a primeira vez que uma artista de música gospel se posiciona de forma contundente sobre o assunto: em 2018, Aline Barros afirmou na RedeTV! que “Deus criou o homem e a mulher e, em Sua plenitude, pensou na estrutura de família para que o homem pudesse se unir a mulher, os dois fossem uma só carne e pudessem se multiplicar e encher a Terra”.

Transformação

“Eu sou completamente contra essas igrejas. Me perguntaram um dia se eu iria cantar, eu falei ‘não vou, não canto, não vou compactuar com algo que está completamente fora dos princípios’. O que o Senhor tem para cada um de nós é uma vida transformada”, acrescentou Bruna Karla.

Karina Bacchi comentou, em seguida, que a mensagem de abandono do erro não é algo que o Evangelho reserve aos não-crentes, mas sim um lembrete constante que os próprios cristãos precisam consultar em todos os momentos:

“Não são só essas pessoas que precisam ser confrontadas, todos nós precisamos nos confrontar, confrontar nossas vontades, nossos hábitos, a nossa carne, todos os dias. Todos nós temos lutas, só que enquanto a gente não abrir mão dessas nossas próprias vontades, a gente não vai viver o melhor que está por vir”, pontuou.

Bruna Karla concordou: “Não é sobre só homossexualismo. São vícios, são desejos, pensamentos que o ser humano luta diariamente contra. É uma luta diária, e você abrir mão […] viver o que o Senhor quer. O Evangelho não é sobre mim, não é sobre as minhas vontades, o Evangelho é sobre a Palavra, é sobre Jesus, sobre quem é Jesus e o que Ele quer para a minha vida, através da minha vida”.

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